Leão XIV escolheu o dia de S. António, patrono dos pobres, para a sua primeira mensagem dedicada à celebração do Dia Mundial dos Pobres, que a Igreja assinalará a 16 de novembro. Esta também foi a primeira mensagem do novo Papa alusiva a uma jornada da Igreja Católica.
quarta-feira, 18 de junho de 2025
Os pobres “não são um passatempo”
Leão XIV escolheu o dia de S. António, patrono dos pobres, para a sua primeira mensagem dedicada à celebração do Dia Mundial dos Pobres, que a Igreja assinalará a 16 de novembro. Esta também foi a primeira mensagem do novo Papa alusiva a uma jornada da Igreja Católica.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025
O mundo e a Igreja ainda precisam do Papa
quarta-feira, 20 de novembro de 2024
Deixar a guerra para matar a fome
quarta-feira, 28 de agosto de 2024
A III Guerra Mundial em curso
A humanidade esqueceu-se depressa
dos horrores da Segunda Guerra Mundial. No pós-guerra, criaram-se uma série de
estruturas com o objetivo de prevenir a guerra e resolver os conflitos entre os
povos pela via da negociação. Acreditava-se, então, que a democracia acabaria
por triunfar em todas as nações e que elas seriam o caminho para a paz.
Quase oitenta anos depois de
terminar a Segunda Guerra Mundial, verifica-se, como já tem referido diversas
vezes o Papa Francisco, uma “Terceira Guerra Mundial travada aos pedaços”. No
sábado passado, num encontro com legisladores católicos no Vaticano, expressou
a sua preocupação pelo curso desta Terceira Guerra que “parece permanente e
imparável”.
O mais inquietante para o Papa nesta
circunstância é “a enorme capacidade destrutiva dos armamentos contemporâneos”
que “tornou obsoletos os critérios tradicionais para os limites da guerra”.
Para além disso, hoje é cada vez mais inconsistente “a distinção entre
objetivos militares e civis”. Por isso, não só a destruição é muito maior, mas
também as vítimas são muito mais numerosas. Dada a globalização, a guerra
deixou de afetar só os países envolvidos, passando a atingir todo o planeta.
O Papa não o diz explicitamente, mas
sabe – como se acreditava no pós-guerra... – que a atual situação mundial se
deve ao enfraquecimento das democracias e ao crescimento de estados dominados
por sistemas autocráticos e totalitários. Estes manipulam mais facilmente a
opinião pública e empurram as outras nações para a guerra.
Hoje, como há 80 anos, lutar pela
paz significa um compromisso com a defesa e o fortalecimento da democracia. Não
podemos esquecer onde nos conduziram as ditaduras. Aliás, são bem visíveis hoje
os efeitos no mundo da ação de estados dominados por ditadores. Por mais que estes
simulem eleições...
(Texto publicado no Jornal de Notícias de 28/08/2024)
quarta-feira, 15 de maio de 2024
Com cristãos divididos o Mundo é pior
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
Algoritmos éticos para a paz
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| Foto retirada daqui |
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
Papa apela à paz e à defesa do planeta
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| Foto: COP28 |
sábado, 13 de maio de 2017
Papa Francisco: Peregrino da Paz
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| Foto retirada daqui |
O Papa Francisco, embora não seja essa a sua principal preocupação, poderá ajudar a compreender melhor a Mensagem de Fátima — e também a actualizá-la, a usá-la como resposta ao contexto que o mundo vive neste início do terceiro milénio. Pode ser que não resolva questões com cem anos, mas contribuirá decerto para a forma como Fátima será interpretada nos próximos anos.
(Texto publicado no Jornal de Notícias de 12/05/2017)
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Concórdia hospitalar
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| Irmão Fiorenzo Priuli (à esquerda) Foto de Bruno Zanzottera/Parallelozero |
sexta-feira, 6 de março de 2015
Um grande Bispo
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| Primeiro número do Mensageiro de Bragança Foto retirada de diocesebm.pt |
(Texto publicado no Correio da Manhã de 06/03/2015)
domingo, 20 de julho de 2014
Gaza e o Papa
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| Foto retirada daqui |
O Vaticano II resgatou a Igreja da intransigência e colocou-a na estrada da abertura ao diferente, embora ainda haja franjas no seu interior que resistem à renovação conciliar. Meio século depois, o Papa Francisco continua a desafiar os católicos a saírem dos seus muros e a percorrerem esse caminho de tolerância e diálogo inter-religioso.
(Texto publicado no Correio da Manhã de 18/07/2014)










